Permite-te dizer não.

Não.
Não quero.
Não gosto.
Não me apetece.
Não aceito.
Não concordo.
Não.

Aprende a dizer que não a tudo o que não queiras para ti, a tudo o que não concordes ou não aceites.
Permite-te ser capaz de tomar as tuas próprias decisões, de manifestar o teu desagrado, de saber “bater o pé” sem medo da reacção dos outros por os estares a contrariar.

És tu quem deve delinear o teu próprio caminho, quem deve fazer os teus horários, as tuas rotinas, seleccionar o teu grupo de amigos, os locais que frequentas, a pessoa que namoras. És tu quem escolhe quais os conselhos a ouvir, quais as opiniões a ter em conta.

Não permitas que os outros te pressionem, que te façam sentir na obrigação de os agradar. A cada decisão que tomes, sempre haverá alguém que não irá gostar. Todas as vezes que deres um passo em frente, algo ou alguém fica para trás. São escolhas, e escolhas geram consigo consequências.

Aprende a dizer não : não quero continuar aqui, não quero ir ali, não concordo contigo, não gosto disto.
Não quero, não aceito, não permito.

Não.

Paz, gratidão e amor.

“Senti-me realmente amada no dia em que fechei os olhos e
senti a minha paz interior.”

Passamos demasiado tempo a reclamar do que não temos, a ansiar pelo que não chega, a sonhar com o que achamos querer, a repugnar o que dizemos não merecer, e sempre esquecemos do mais importante: agradecer pelo que temos, pelo que vivemos.

Não existe nada de errado em querer mais. É importante ter objetivos, e quando os conseguimos alcançar, desejar mais um pouco. Mas isso não significa ficar obcecados ao ponto de não viver o presente, o agora. Porque, no final, isso é a única coisa que temos como certa, o que nos está a acontecer neste momento.

Já pararam 10 minutos para respirar hoje?

Devem estar a pensar “respirar? que louca, claro que estamos a respirar“.
Não é uma pergunta tão ridícula quanto parece. Acreditem ou não, nem todos sabemos respirar. Falo por mim.

Recentemente comecei a praticar Mindfulness. Inicialmente duvidei dos seus efeitos, mas ao longo do tempo tenho tido resultados incríveis.
Andamos sempre na corrida do dia a dia, fazemos tudo automaticamente e achamos que basta à noite deitar na cama e já está, energias recuperadas.

Errado.

Na maioria das vezes, desvalorizamos muito o nosso bem estar, tanto físico como psicológico, e não somos capazes de perceber que muitas vezes, tudo o que acontece de errado à nossa volta, não é o mundo a conspirar contra nós. Às vezes, é apenas a falta de equilíbrio entre as duas coisas mais importantes na nossa vida: o nosso corpo e a nossa mente.

Quando nos conhecemos, quando conhecemos o nosso íntimo, é bem mais fácil de saber lidar e reagir em determinadas situações.

O problema nem sempre é o problema, mas a forma como reagimos ao mesmo.

Chegará uma altura em que vais sentir essa necessidade, de saber quem és, qual o teu propósito de vida. Não é fácil, mas também não é impossível.
Só precisas de dar tempo ao tempo. Algumas respostas não surgem quando queremos, e muitas vezes trazem consigo ainda mais questões. Só precisas saber escutar a tua voz interior, conseguir respirar fundo, abstrair-te do mundo, e aí sim, saberás o que fazer, para onde ir.

Encontrar a nossa paz é um processo contínuo.
Não permitas que os outros te destruam, não permitas que a sua falta de amor e empatia mudem a tua maneira de ser. Encontra a tua paz interior, o teu equilíbrio, e não permitas, em momento algum, que alguém te tire isso.

Nada é mais importante que tu. E só conseguirás dar e receber amor, quando te amares a ti mesmo. Só poderás ter uma vida feliz ao lado de alguém quando fores feliz sozinho.

Sê grato, agradece por tudo o que a vida te dá, por todos os bons momentos e pelos obstáculos que te fazem crescer, por todas as pessoas que te acrescentam, e por aquelas que te mostraram como não deves ser. Tudo é aprendizagem, tudo contribui para a pessoa incrível que és. Então, em vez de lamentar, aceita, digere da forma que for melhor para ti, e sê feliz, porque não há nada mais gratificante que ser genuinamente feliz.

Tenha paz, seja paz. 🍀

Las chicas del cable

Hoje falo sobre aquela que considero uma das melhores séries de sempre: Las chicas del cable.

Para quem não conhece (e tentando não dar muito spoiler), a série inicia em 1928, aborda vários temas delicados e que nem sempre lhes damos o devido valor (violência doméstica, aborto, transexualidade, racismo, abuso de poder, etc.).

As quatro personagens principais têm personalidades e histórias totalmente diferentes, e ao longo das quatro temporadas que devorei nos últimos dias, consegui identificar-me com partes de todas elas (bipolar? ahah).

Mas falando do ponto focal que me fez escrever sobre esta série: nesta altura, as mulheres não tinham voz, não tinham direito a pensar, a ter opinião. Eram sujeitas a situações repugnantes por abuso de poder por parte dos homens, eram humilhadas e vistas como seres irracionais que serviam apenas para criar os filhos e servir os maridos.

Realço que este post não é, de todo, um ataque aos homens, mas sim uma reflexão sobre o quanto nós, mulheres, devemos valorizar a nossa existência.

Estamos a falar de cerca de 90 anos atrás apenas. 90 anos foi ontem. E ter a possibilidade de ver o quanto as coisas mudaram fez-me questionar sobre muita coisa.

Hoje não precisamos mais esconder-nos atrás de um homem, não temos que temer o que pensa a sociedade. Somos livres, tivemos o privilégio de nascer livres porque alguém lutou imenso para que isso acontecesse.

E agora eu pergunto, teremos nós a real noção do que é ser livres? Teremos a consciência do que conquistaram para nós, e que nós poderemos conquistar, não apenas para nós, mas para os nossos descendentes futuros?

Infelizmente ainda vivemos rodeados de pessoas que se importam demasiado com a opinião dos mal amados, que não se permitem viver, correr riscos por medo de falhar.

Todos vamos falhar, todos vamos cometer erros. Cabe-nos aprender com eles, seguir em frente, e lutar pelo melhor, sempre!

Por isso, mulheres, quem não conhece a série, por favor, vejam, e tirem as vossas próprias conclusões. Façam uma retrospectiva da vossa vida, se estão a valorizar o que realmente importa ou se estão a permitir-se viver na sombra de alguém.

Maus tratos não é amor, agressividade não é amor, manipulação e controlo não é amor. Amor é apoio, é incentivo, é respeito, carinho. Não tenham medo de estar sós, não tenham medo de terminar uma relação que não vos faz feliz, não tenham medo das opiniões. Quem muito fala, muito tem que se lhe diga. Não vivam em função do que os outros acham correto, não permitam que escolham por vocês.

Falem, gritem, imponham-se. Ouçam e façam com que vos ouçam, sejam vocês mesmas, sem medos. Vivam. Sejam livres. (e vejam a série)

Vamos falar sobre … “mamas”?

Seios seria o termo mais adequado para se referir ao peito de uma mulher, mas talvez não tivesse o mesmo impacto.

Quando disse que iria escrever sobre “mamas”, todos me perguntaram “mas o que podes falar sobre isso? o que há para dizer?“.
Ah, há tanto para se poder falar, tanto que poderia abordar!

Primeiro que tudo, homens, as mulheres não vos iludem. É necessário saberem que existem vários tipos de sutiã, e que cada um deles provoca um efeito diferente no peito de uma mulher. Quando seleccionamos qual usar, depende da roupa que iremos vestir, se queremos realçar o nosso peito, ou se preferimos passar mais despercebidas.

Desde sempre usei sutiãs com aros e almofada, mantinham o peito no sítio, tudo bem organizado e bonito. Mas nos últimos anos, a minha posição em relação a isso mudou imenso, não só por todos os problemas que o seu uso constante pode provocar na nossa saúde, como o desconforto de os usar na maioria das vezes.

Há mulheres que não conseguem dormir sem sutiã, e outras que se sentem incomodadas com o uso do mesmo. Respeitamos cada uma delas. E é sobre isso que este post se baseia, na aceitação.

Infelizmente ainda existem muitos preconceitos na nossa sociedade, mas não me irei alargar demasiado nesse ponto, talvez o faça em outro post.

Para quebrar alguns tabus, têm sido desenhadas linhas de lingerie incríveis, nomeadamente os bralettes que, além de serem super confortáveis, se tornaram uma tendência para usar como roupa exterior, tendência essa que é aprovada por muitos, e criticada por outros tantos. Assim como tudo.

Ainda existem muitas mulheres que se sentem pressionadas a andar constantemente com um peito “definido”, seja pelos comentários, pela ideia de que é isso que vai conquistar um homem, ou por terem receio de se notar na roupa que não os estão a usar, o que as leva a usar sutiãs que apertam e criam um desconforto imenso.
Sabem que mais? Já passou da hora de isso mudar.

Não estou a dizer não ao uso de sutiã, mas escolham um modelo com que se sintam confortáveis, sem pensar se ele vai aumentar ou diminuir o tamanho do peito,e usem-nos apenas quando quiserem e se o quiserem, por ser uma escolha, e não uma obrigação.
Aceitem o vosso peito do jeito que ele é, seja grande ou pequeno, saliente ou mais discreto. O importante é sentirem-se bem com o vosso corpo. Porque, acreditem, melhor que uma mulher com um corpo aparentemente perfeito e aceite pelos parâmetros impostos pela sociedade, é uma mulher segura de si mesma.

Todas as mulheres deveriam, pelo menos uma vez, sair de casa sem sutiã. No início será estranho, mas quando se habituarem, acreditem, não haverá melhor sensação que essa.

E tu? Já experimentaste a liberdade de viver sem sutiã?

E tu? Como te sentes hoje? #2

Quando os dois primeiros parágrafos deste texto terminarem de ser lidos, uma pessoa terá morrido por suicídio. A cada 40 segundos, alguém no mundo interrompe a própria vida. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o número de óbitos auto-provocados é significativamente maior que aqueles causados por homicídio: 800 mil por ano, contra 470 mil. 

A notícia é de Junho de 2018 e é assustadora (deixo link do site no final do texto).

Existem assuntos que necessitam de um enorme cuidado quando são falados, e este é um deles.

São vários os motivos que podem levar alguém a colocar termo à sua vida: bullying, problemas familiares, desgostos amorosos, depressão, traumas emocionais, consumo de álcool e outras substâncias.

É muito fácil relativizar os problemas dos outros, é muito fácil apontar o dedo e dizer “só quer atenção“, “que dramático“. E se todos parássemos cinco minutos para reflectir quantas vezes contribuímos para um desfecho destes? Quantos comentários maldosos fazemos, muitas vezes inconscientemente?

Vivemos numa era completamente digital. Se não estiver na Internet, não aconteceu, se o número de likes não for minimamente aceitável, questiona-se qual será o problema da fotografia. E os comentários, quantas não são as pessoas que se escondem atrás de um ecrã para distribuir ódio gratuitamente?

Para quem não sabe, eu vou contar um segredo: é da natureza humana absorver mais facilmente as críticas do que os elogios. Se é correto? Não. Mas efectivamente, é o que acontece.

Então, todas as vezes que vocês deixam um comentário a alguém insultando a pessoa, quando falam mal do seu cabelo, da roupa, do corpo, o que seja, em algum momento pensaram no que ela iria sentir ao ler a vossa opinião?

Não justifiquem falta de empatia com liberdade de expressão. Se eu não gosto de uma foto, passo à seguinte. Ninguém obriga a colocar like, ninguém obriga a comentar.

A vossa amiga pintou o cabelo e vocês acham que não favorece. Se ela pedir opinião, digam-lhe que, se ela gosta, é o que importa. Não sejam rudes só porque “ah e tal, mas é minha amiga e eu tenho de ser sincero”.
Não.

Não estou a divagar, é nos pequenos pormenores que tudo começa. E que podemos fazer a diferença.

Existem vários termos científicos para caracterizar quem tem pensamentos suicidas. E a maioria não devia ser citado sequer. Porquê?

Conseguem imaginar o impacto que determinados rótulos podem ter em alguém que, por qualquer motivo, está insatisfeito com a sua vida? Como se sentem ao serem “diferenciados”?
Que atire a primeira pedra quem nunca se sentiu mal consigo mesmo!

Suicídio é um assunto sério. Depressão é um assunto sério. Não classifiquem as pessoas como doentes mentais, não lhes coloquem rótulos, não as menosprezem. Ouçam-nas, apoiem-nas, ajudem-nas.

Estamos a falar de vidas humanas, não de um personagem fictício de uma novela, ou de um jogo onde podemos recomeçar quando dá ruim.

É a nossa vida, é a vida de alguém. Não continuem a agir como se estivéssemos num filme, nem a fingir que não se importam com os outros. E mesmo que isso aconteça, guardem essa indiferença para vocês mesmos.

Para todos aqueles que estão numa fase menos boa da sua vida, seja o que for, existe sempre uma saída. Por maior que pareça o problema, por mais difícil que seja encontrar uma solução, às vezes basta termos um pouco de calma, respirar fundo e ver a situação de outra perspetiva. E quando isso não for suficiente, procurem ajuda, não tenham medo, não tenham vergonha. O colo de alguém pode ser o nosso melhor atalho para encontrar a paz que precisamos.

E tu, se alguém procurar o teu colo, não hesites em o dar. Não questiones o porquê, não desvalorizes, nem rejeites.
Apenas ouve, conforta, e mostra que existe um sítio seguro para onde possam voltar.

https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2018/06/24/interna_ciencia_saude,690529/suicidio-e-responsavel-por-800-mil-mortes-anuais-e-avanca-pelos-paises.shtml

Quando o amor descansa em nós.

Coração acelerado, formigueiro no estômago, 
mãos suadas, dificuldade em respirar.
Nervosismo, ansiedade, suspense.
Parece um diagnóstico de uma doença qualquer mas, 
na verdade, são apenas pseudo sintomas do amor.
Ah, o amor. 

Sempre me disseram que precisava sentir tudo isto quando conhecia alguém que podia ser o meu parceiro no amor. Provavelmente seria alguém com quem me cruzaria no meio da rua ou à saída de uma loja, haveria uma troca de olhares, um sorriso envergonhado e, ups, ali estava ele, amor à primeira vista. Talvez não estejam totalmente errados quando descrevem o amor com tanto cliché, mas hoje sei que o amor é mais que isso.

É mais que a euforia dos primeiros meses, o desejo de estar constantemente com a pessoa, de quase não conseguir dormir, respirar, de sentir o coração a saltar pela garganta. O amor pode chegar com a calma de um furacão, ou com a suavidade da brisa do mar.

Não desvalorizo nenhum tipo de amor, mas hoje falo de um amor diferente. Um amor que chega sem causar qualquer dano, que chega todos os dias um pouco mais. Um amor leve, livre, genuíno, calmo, simples. Sem qualquer tipo de cobrança, sem mentiras, sem segredos.
Um amor onde se converse em vez de discutir, onde se fala sem gritar, sem ofender, onde há apoio em vez de apontar o dedo. Um amor cheio de sentimentos que nos acrescentam, que nos fazem bem, que nos transbordam.


Alguém que nos transborde.

Tu sabes que estás no caminho certo quando perdes o interesse em sair para conhecer outras pessoas, quando respeito e confiança não são qualquer sacrifício para ti, quando tudo o que fazes, é por saberes que é o correto, e não apenas por alguém dizer que o deves fazer.

Tu sabes que encontraste a pessoa certa quando as saídas previamente planeadas passam a ser a tua rotina preferida, quando o outro deixa de ser uma novidade e passa a ser parte de ti, quando sorris só de lembrar do seu sorriso, quando sentes o seu cheiro apenas presente na tua memória, quando o seu abraço é o teu porto seguro, o teu porto de abrigo, de tranquilidade.


Podemos viver muitos tipos de amor: alguns são passageiros, outros platónicos, ilusórios, ou apenas amores que por diversos motivos não eram para resultar. Cada um tem o seu tempo, a sua intensidade. Mas, quando encontrares o tal, tu saberás. 


O amor não é desgastante, não é doloroso. 
O amor cura, faz-nos renascer. 
Sem ódio, sem rancor.
O amor é paz.


Quando o amor descansa em nós. 

E tu? Como te sentes hoje? #1

Chegou o verão, altura de sol, praia, mar. Combinamos com a família ou os amigos em passar um dia agradável à beira mar, até que chega o grande problema: vestir o biquíni.

Se fosse à cinco anos atrás, nunca postaria uma fotografia em biquíni, na verdade, nem o vestiria. Talvez por isso sempre tenha dito que não gostava de praia.

Que atire a primeira pedra quem nunca se sentiu mal com o seu corpo. Porque se nunca tiverem tido qualquer tipo de complexos com ele, então tenho uma inveja saudável vossa.

Não faz muito tempo conheci uma menina que estava a passar por uma fase idêntica à minha. Quando olhava para ela só pensava “caramba, será que ela não consegue perceber que é tão linda assim?“. Isso é o que sempre temos tendência a fazer, desvalorizar a dor do outro, esquecendo muitas vezes que outrora fomos nós a sentir o mesmo.

Se olho no espelho e gosto de tudo o que vejo? Não. Se estou super à vontade com o meu corpo? Claro que não.

Não emagreci, não perdi a celulite (pelo contrário), não fiquei morena, nem cresci um único centímetro. Perdi peito, ganhei uns centímetros na barriga e as coxas continuam a ocupar demasiado espaço nas calças. Mas aqui estou eu, de biquíni, na praia, sem pensar nas minhas pernas brancas, na gordura a mais ou seja no que for.

É o segundo ano em que vou à praia com a minha família, em que uso calções sem meia calça, em que olho no espelho e sei que não é o que eu queria ver, mas é o que sou, o que tenho, e enquanto não alcanço o meu objetivo (não sei fazer dietas e sou péssima atleta no ginásio), aceito-me, tal como sou. E encolhendo a barriga para a fotografia claro (ahah).

Foi isso que mudou na minha vida nos últimos anos, aprendi a amar-me, a aceitar-me. Então, para todos aqueles que no ano anterior me enviaram mensagens com comentários desagradáveis por publicar uma foto em biquíni, e todos aqueles que neste momento o estão a pensar em fazer, não, não estou à procura de provocar ninguém, não me estou a vulgarizar, não estou a ser “uma qualquer”. O que para vocês é mais uma fotografia, mais uma miúda a pavonear-se nas redes sociais, para mim é uma conquista, é um avanço na aceitação do meu corpo.

Espero que um dia, a Beatriz consiga olhar no espelho e gostar de si mesma, que se veja do jeito que eu a vejo. Porque acreditem, ela é incrível!

Hoje sinto-me incrivelmente bem. E tu? Como te sentes hoje?